- guia de um ordinário vernáculo -


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

IV

IV

Eu arquejo, sinto falta de ar,
uma doida vontade de gritar,
eu arquejo, dou uma volta,
volto já,
eu só queria brincar.

Eu arquejo, sinto falta de ar,
onde está você, vem me
acalmar,
eu anseio,
vem me abraçar,
me dá a mão, menina,
vem se apaixonar.

Eu arquejo,
grito a presença do ar,
é simples, querida,
é hora de tentar?
é hora de parar?

Sinto saudades, menina,
do que nunca vivemos.

1 comentários:

Ticiana Kilpp disse...

"Sinto saudades do que nunca vivemos"
Essa reflexão é muito bonita.
Adoro suas poesias theu.. E olhe que eu detesto poesia ein! hhahahaha
Ah, voltei pro meu blog, não consigo ficar sem escrever.. hahahaha
Beijo ;*

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